MUSICAL VITORIA

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AGENDA DO MUSICAL VITORIA

29 - 11 - agua doce

30-11 - festa de confraternização

01-12 - festa de confraternização

07-12 - festa de confraternização

13-12 - agua doce

14-12 - casamento

20-12 - agua doce

27-12 - marilian band(armazem)

28-12 - agua doce

31-12 - revellion

03-01 - agua doce

18-01 - agua doce

25-01 - casamento

31-01 - agua doce

01-03 - carnaval em garça

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Ex-tecladista do Deep Purple, Jon Lord morre aos 71 anos


Jon Lord, 71 anos, morreu de embolia pulmonar; ele enfrentava um câncer no pâncreas. Foto: Geety ImagesJon Lord, tecladista fundador do Deep Purple, morreu nesta segunda-feira (16) devido a uma embolia pulmonar, em uma clínica de Londres. Ele tinha 71 anos e lutava contra um câncer no pâncreas.


A informação foi confirmada pela produtora inglesa Guest Pr, que cuidava da carreira do músico. Além de compor muitos sucessos do Deep Purple, entre 1968 e 1976 e depois de 1984 a 2002, ele ainda fez parte do Whitesnake e também ficou conhecido por seu trabalho solo de música clássica. No comunicado, a empresa diz que o músico passa da "escuridão à luz".




Virtuoso e prolixo, Lord é conhecido por produzir ao lado de Ian Gillan (principal vocalista do Deep Purple) o lendário Concerto for Group and Orchestra, espetáculo de música clássica tocada pela banda e a Orquestra Filarmônica Real de Londres, em 1969. A apresentação, conduzida por Malcolm Arnold, foi repetida em 1999, no Royal Albert Hall, desta vez pela Orquestra Sinfônica de Londres. O concerto ainda rendeu um disco e turnê mundial, que passou pelo Brasil em 2000. Entre suas composições com o Deep Purple estão as clássicas Smoke on The Water, Chasing Shadows, Highway Star, além de ser responsável pelo riff de Child in Time.



Entre 1969 e 2011, Lord lançou 19 álbuns de música orquestral, solo ou ao lado do Deep Purple, sendo o último Jon Lord Live (Bucharest 2009). Ainda em 2009, o músico apresentou o Concerto For Group And Orchestra na Virada Cultural de São Paulo. Na ocasião, o regente Rodrigo de Carvalho conduziu a Orquestra Sinfônica Municipal ao seu lado.



De grande contribuição à música, Lord foi condecorado em 2010 como membro honorário da Stevenson College, nos Estados Unidos. Em 2011, ele também foi homenageado com o título de doutor honorário em música na Universidade de Leicester, cidade onde nasceu em 9 de junho de 1941.



Lord começou a tocar piano aos 5 anos de idade e, além do Deep Purple e Whitesnake, tocou nas bandas Paice, Ashton & Lord, The Artwoods e The Flower Pot Men. Casado duas vezes, ele deixa duas filhas



domingo, 15 de julho de 2012

Caetano Veloso chama de "mal-educado" público de show em Salvador


Caetano Veloso chama de mal-educado público de show em Salvador

Ao lado dos músicos da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia, Caetano fez uma apresentação de pouco mais meia hora, sem direito a bis.




No início do show, quando parou de cantar para cumprimentar os convidados do evento, Caetano agradeceu os aplausos, dispensou o boa noite e disparou: "Obrigado a aqueles que estão prestando atenção. Eu sei que é normal dispersar em um evento assim, mas é preciso silêncio para ouvir o show. Vocês falam muito", disse.



Com a insistência das pessoas conversando, Caetano interrompeu mais uma vez e ironizou. "Quando a Neojibá, que é uma das melhores coisas que a Bahia tem, acabou o primeiro ato, acho que vocês nem perceberam".



Depois do discurso inflamado, o cantor deu continuidade a apresentação, com um repertório bem eclético, que incluiu sucessos como "Você é Linda", "Milagres do Povo", "Luz do Sol", "Leãozinho", "A Luz de Tieta", entre outras. No fim do show, ele tentou ainda dizer algumas palavras, mas o microfone falhou e ele deixou o palco sem se despedir.




Elton John desabafa sobre consumo excessivo de drogas e álcool nos anos 80: "Tive sorte de não pegar AIDS"



14/07/2012 08h30 • Da Redação


Elton John acredita ter perdido "um bom pedaço" de sua vida para o consumo excessivo de álcool e drogas, disse o cantor e compositor inglês em entrevista ao programa Today Show, da NBC norte-americana. A informação é do Huffington Post

Aos 65 anos, Elton diz que não percebeu ter desperdiçado tanto tempo consumindo drogas - justamente em um período em que vários amigos do cantor morreram por abusar de um estilo de vida sem regras.




"Eu perdi um bom pedaço da minha vida no início dos anos 80, quando essa epidemia [de AIDS] começou a acontecer, e eu era um viciado egoísta", disse. "Sabe, eu tinha gente morrendo à minha volta, amigos meus. E ainda assim, não parei com essa vida que eu tinha. É a pior coisa do vício".



"Eu fui consumido pela cocaína, pelo álcool, e vai saber pelo que mais. Aparentemente eu nunca recebi o recado de que a geração 'Eu' havia terminado", desabafou.



Hoje em dia Elton John lidera a Elton John AIDS Foundation, organização beneficente que visa evitar a propagação da doença e ajudar quem contraiu o vírus HIV. Até hoje, o músico não sabe explicar como não contraiu a doença.



"Quando você usa uma droga e bebe algo alcoólico junto, você passa a acreditar que é invencível. Eu consegui sair disso sem HIV. Sou o homem mais sortudo do mundo"



Na mesma entrevista, que será transmitida em duas partes nos Estados Unidos na semana que vem, Elton ainda expressou o desejo de ter mais filhos com seu marido, o diretor David Furnish. Zachary, o primogênito do casal, nasceu por uma barriga de aluguel em 2010.



"Eu adoraria ter mais filhos", contou. "E será difícil para o Zachary ser filho de uma pessoa famosa, e ouvir das outras crianças: 'você não tem mãe'. E eu quero que ele tenha um irmão ou uma irmã para ir à escola com ele, alguém com quem ele possa brincar".



Contrariando a natureza do rock, os Rolling Stones ousam permanecer vivos



Integrantes do Rolling Stones se reúnem em frente ao clube Marquee, local de seu primeiro show, em 12 de julho de 1962 (11/7/2012)Meu primeiro contato com os Rolling Stones foi colocando o compacto de “Satisfaction” no forno da cozinha da casa onde eu cresci, em Ipanema, no Rio de Janeiro. Eu era da turma dos Beatles, entendam. E uma festinha pré-adolescente lá em casa tinha acabado de ser maliciosamente infiltrada pelo time oposto, graças ao engenho e arte de um grande e querido amigo stonemaníaco (então e até agora). E tal coisa não era absolutamente admissível!




O compacto inimigo tinha que ficar o mais longe possível do sofisticado equipamento stereo montado por meu pai, e só muito relutantemente emprestado (sob vigilância estrita) para os primeiros embalos de sábado à noite da meninada. Terminada a festa, amigos despachados para casa, não resisti: “Satisfaction” saiu do forno. E eu me apaixonei.



Entendam: cresci numa casa extremamente musical, dominada por Ary Barroso, Luiz Gonzaga, Dolores Duran Chopin e bossa nova. A sonoridade do rock – que ouvi pela primeira vez graças a um primo rebelde, fã de Ray Charles – bateu não nos meus ouvidos, mas diretamente no esterno, ali naquele ponto onde as costelas se prendem, ali na frente do coração, dos pulmões. Era uma sensação que nenhuma outra forma de música despertara em mim. E eu estava determinada a seguir esse caminho até o fim.