MUSICAL VITORIA

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30-11 - festa de confraternização

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07-12 - festa de confraternização

13-12 - agua doce

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20-12 - agua doce

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28-12 - agua doce

31-12 - revellion

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18-01 - agua doce

25-01 - casamento

31-01 - agua doce

01-03 - carnaval em garça

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Jamelão (cantor)

Jamelão

Jamelão canta durante o espetáculo comemorativo da reinaguração da Rádio Nacional.
Informação geral
Nome completo:José Bispo Clementino dos Santos
Data de nascimento:12 de Maio de 1913
Apelido:Jamelão
País:Brasil Brasil
Origem(ns):Rio de Janeiro
Data de morte:14 de Junho de 2008 (95 anos)
Gênero(s):Samba
Instrumentosvoz
Afiliação(ões):Francisco Alves
Lupicínio Rodrigues

Jamelão, nome artístico de José Bispo Clementino dos Santos, (Rio de Janeiro, 12 de maio de 1913 — Rio de Janeiro, 14 de junho de 2008) foi um cantor brasileiro, tradicional intérprete dos sambas-enredo da escola de samba Mangueira.

Biografia

Nascido no bairro de São Cristóvão e passou a maior parte da juventude no Engenho Novo, para onde se mudou com seus pais. Lá, começou a trabalhar, para ajudar no sustento da família - seu pai havia se separado de sua mãe. Levado por um amigo músico, conheceu a Estação Primeira de Mangueira e se apaixonou pela escola de samba.

Ganhou o apelido de Jamelão na época em que se apresentava em gafieiras da capital fluminense. Começou ainda jovem, tocando tamborim na bateria da Mangueira e depois se tornou um dos principais intérpretes da escola.

Passou para o cavaquinho e depois conseguiu trabalhos no rádio e em boates. Foi "corista" do cantor Francisco Alves e, numa noite, assumiu o lugar dele para cantar uma música de Herivelto Martins.

A consagração veio como cantor de samba. Sua primeira gravadora foi a Odeon. Depois, trabalhou para a Companhia Brasileira de Discos. Entre seus sucessos, estão "Fechei a Porta" (Sebastião Motta/ Ferreira dos Santos), "Leviana" (Zé Kéti), "Folha Morta" (Ary Barroso), "Não Põe a Mão" (P.S. Mutt/ A. Canegal/ B. Moreira), "Matriz ou Filial" (Lúcio Cardim), "Exaltação à Mangueira" (Enéas Brites/ Aluisio da Costa), "Eu Agora Sou Feliz" (com Mestre Gato), "O Samba É Bom Assim" (Norival Reis/ Helio Nascimento) e "Quem Samba Fica" (com Tião Motorista).

De 1949 até 2006, Jamelão foi intérprete de samba-enredo na Mangueira. Em janeiro de 2001, recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, entregue pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Diabético e hipertenso, Jamelão teve problemas pulmonares e, desde 2006, sofreu dois derrames. Afastado da Mangueira, declarou em entrevista: “Não sei quando volto, mas não estou triste.”

Morreu aos 95 anos, na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em sua cidade natal, por falência múltipla dos órgãos.

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